A história da Fast Pace começa de forma quase poética, nas próprias ruas e avenidas onde Raquel treinava. Ela conta que, em momentos de dúvida durante os treinos — especialmente quando estava na eminência de uma lesão, já sentindo aquele incômodo antes do diagnóstico —, algo curioso acontecia: um atleta passava por ela e dizia algo como "Bora, já tá ali, já tá acabando". Em outras ocasiões, pessoas com camisas de festa ou frases escritas nas roupas cruzavam seu caminho, e aquilo parecia um recado do céu: "tá perto, não desista".
SEÇÃO 01
O Início: Uma Mensagem no Meio da Corrida
A história da Fast Pace começa de forma quase poética, nas próprias ruas e avenidas onde Raquel treinava. Ela conta que, em momentos de dúvida durante os treinos — especialmente quando estava na eminência de uma lesão, já sentindo aquele incômodo antes do diagnóstico —, algo curioso acontecia: um atleta passava por ela e dizia algo como "Bora, já tá ali, já tá acabando". Em outras ocasiões, pessoas com camisas de festa ou frases escritas nas roupas cruzavam seu caminho, e aquilo parecia um recado do céu: "tá perto, não desista".
SEÇÃO 02
As Primeiras Viseiras: Validação e Crescimento Acelerado
O processo começou de forma artesanal. Raquel desenhou quatro modelos de viseiras bem coloridas e conseguiu uma fábrica para produzir as primeiras unidades — 25 de cada estampa, totalizando 100 viseiras. Nessa fase inicial, ela tinha uma sócia, uma pessoa que treinava junto, e a divulgação foi feita pelo Facebook — que ainda era muito usado na época — e pelo Instagram.
SEÇÃO 03
O Nome: Fast Pace
O nome surgiu da busca por algo que remetesse a performance e que estimulasse a pessoa a correr. Entre vários nomes pensados, Fast Pace se destacou — e, como ela brinca, foi um presente para a equipe de marketing, pois são duas palavras com quatro letras cada, fáceis de trabalhar em diagramas e identidade visual. A marca passou por uma evolução visual depois, com um novo logotipo, mas o nome permaneceu desde o início.